Samba Fúnebre
Olá, sei que não é muito digno da minha parte aparecer assim de vez em quando, do nada, a fim de falar essas coisinhas, de certa forma bonitas, mas, por outro lado, bastante batidas. É antiético. É imoral. O bom senso não admite, de maneira alguma.
Porém, me perdoe pela invasão, eu vi a porta aberta e senti um cheirinho bom. Fui entrando como se convidado.
Deixo claro que -tudo isso, apenas pelas boas sensações-. Boas, porém, já vividas. Infelizmente, lembranças.
Gostaria muito de dizer que está permitidíssimo me odiar, mas calma, odeie moderadamente. Odeie com um certo limite. Um limite que me permita vir aqui novamente só pra perguntar se está bem, questionar sobre os planos e dar uma boa risada sobre alguma lembrança aleatória.
Não faça isso por mim. Não haja assim por você. Enfim, que não seja um agir estimulado pelo simples ego. Que se dissolva, ao menos um pouco, essa barreira criada pelo passar do tempo.
Quando eu aparecer, que seja só você sendo você. Que seja eu. Que sejamos nós como o conjunto.
Porém, me perdoe pela invasão, eu vi a porta aberta e senti um cheirinho bom. Fui entrando como se convidado.
Deixo claro que -tudo isso, apenas pelas boas sensações-. Boas, porém, já vividas. Infelizmente, lembranças.
Gostaria muito de dizer que está permitidíssimo me odiar, mas calma, odeie moderadamente. Odeie com um certo limite. Um limite que me permita vir aqui novamente só pra perguntar se está bem, questionar sobre os planos e dar uma boa risada sobre alguma lembrança aleatória.
Não faça isso por mim. Não haja assim por você. Enfim, que não seja um agir estimulado pelo simples ego. Que se dissolva, ao menos um pouco, essa barreira criada pelo passar do tempo.
Quando eu aparecer, que seja só você sendo você. Que seja eu. Que sejamos nós como o conjunto.
O que me entristece sou eu aqui forçando esse falso diálogo imaginário. Falso não por ser imaginário. Mas, ainda assim, falso. Porque nas conversas que imagino, você já não fala mais nada.
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