One of those games i'm gonna lose. But i wanna play it just in case.
Por trás de cada badalada do relógio e da pulsação, por trás do amanhecer e no seu despencar, por trás do movimento dos astros ou do movimento dos outros, por trás de uma mentira ou aos olhos da sinceridade, por trás de cada minúcia que a totalidade do dia engloba, é aí que se esconde o perigo.
É nesse jogo das pequenas ações, que furtivamente se peca ao tropeçar nas pedras da razão. É nesse jogo do azar que se lançam dados viciados esperando um vento favorável, na esperança que te empurre as peças na mesa e organize o tabuleiro, mas, não existem mais casas disponíveis quando condoreiramente a observação é feita, apenas os restos de um campo minado, onde delicadamente se caminha, consciente do perigo e da falta de direção.
Pedi um segundo a mais, exausto, mas temeroso. Pedi um guia que me dissesse os porquês, que soprasse para longe a racionalidade, ao menos de instante, que tirasse as grades que aprisionam o esforço. Recebi em troca um labirinto com paredes de espinho, um leque dos ínfimos erros aos quais já superado havia.
São momentos em que um sorriso, um afago, um ombro amigo, um apoio qualquer, acabam se tornando suas únicas bençãos, se tornam pilastres para o desconforto interno. São momentos que ninguém te rouba, que a alegria fica exposta em uma vitrine, exposta na satisfação que o viver se torna. Porém, possui bases fracas, efêmera que é, sendo necessário um ritmo grande de satisfação pessoal para que se mantenha estática, formosa.
E dentro desse ritmo se inicia o jogo, esse que tão poucos avançam, esse que muitos ensaiam nas horas vagas, achando saber jogar. Esse no qual tenho tentado me manter em pé, por vezes sabendo como lidar, por vezes desprovido de qualquer tática ou auxílio.
Um jogo que cansa de uma maneira boa, que recompensa de uma forma inesperada, que aos olhos dos entusiastas é o ideal, mas que por vezes te tira das nuvens e te arremessa ao limbo, na incerteza da próxima onda e no aguardo para a sucessão do devir, esperançoso sobre a resolução do quebra cabeça, esperando exatamente a formação e a aparição da figura que internamente anseia.
Na quebra de expectativa ele te tira a aspiração, porém, quando se faz justo te entrega de bônus um sorriso no rosto por alguns longos e bons dias.
É nesse jogo das pequenas ações, que furtivamente se peca ao tropeçar nas pedras da razão. É nesse jogo do azar que se lançam dados viciados esperando um vento favorável, na esperança que te empurre as peças na mesa e organize o tabuleiro, mas, não existem mais casas disponíveis quando condoreiramente a observação é feita, apenas os restos de um campo minado, onde delicadamente se caminha, consciente do perigo e da falta de direção.
Pedi um segundo a mais, exausto, mas temeroso. Pedi um guia que me dissesse os porquês, que soprasse para longe a racionalidade, ao menos de instante, que tirasse as grades que aprisionam o esforço. Recebi em troca um labirinto com paredes de espinho, um leque dos ínfimos erros aos quais já superado havia.
São momentos em que um sorriso, um afago, um ombro amigo, um apoio qualquer, acabam se tornando suas únicas bençãos, se tornam pilastres para o desconforto interno. São momentos que ninguém te rouba, que a alegria fica exposta em uma vitrine, exposta na satisfação que o viver se torna. Porém, possui bases fracas, efêmera que é, sendo necessário um ritmo grande de satisfação pessoal para que se mantenha estática, formosa.
E dentro desse ritmo se inicia o jogo, esse que tão poucos avançam, esse que muitos ensaiam nas horas vagas, achando saber jogar. Esse no qual tenho tentado me manter em pé, por vezes sabendo como lidar, por vezes desprovido de qualquer tática ou auxílio.
Um jogo que cansa de uma maneira boa, que recompensa de uma forma inesperada, que aos olhos dos entusiastas é o ideal, mas que por vezes te tira das nuvens e te arremessa ao limbo, na incerteza da próxima onda e no aguardo para a sucessão do devir, esperançoso sobre a resolução do quebra cabeça, esperando exatamente a formação e a aparição da figura que internamente anseia.
Na quebra de expectativa ele te tira a aspiração, porém, quando se faz justo te entrega de bônus um sorriso no rosto por alguns longos e bons dias.
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